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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Análise - Andressa e Brayan - Turma 81


Com a ajuda do Professor Anderson, pudemos compreender melhor esta obra de Ryan Gander, vendo que não são apenas argolas coloridas, mas possui diversos significados.

Vimos que as argolas representam os símbolos de cada continente das Olimpíadas, entrelaçados eles representam a união, porém acreditamos que não é isso que a obra quer nos mostrar.

Essas argolas estão atiradas no chão, como se deixadas de lado e lembradas quando as Olimpíadas estão perto ou se nosso país será sede, se notar verá que as argolas vermelha(Américas) e amarela(Ásia) estão juntas mas não unidas, estão em destaque pois representam a América e a Ásia, que sempre têm bons resultados nas Olimpíadas, e sejamos francos, como os Estados Unidos não iriam ter destaque? Querem sempre ser o centro das atenções e na verdade são. Já em relação às argolas pretas (África), em nossa opinião elas estão longe das demais por dois motivos: 1º: A África um dos continentes onde tem mais pessoas passando fome e são poucos (quase ninguém realmente) que ajudam. 2º: A descriminação com certeza, pois os negros geralmente moradores de periferias são praticamente descartados da sociedade. Pergunto-lhes agora, porque o governo prende pessoas que ofendem de forma racial uma pessoa negra se ele mesmo está descriminando os negros? Como nas faculdades, que há uma cota limitada de negros que podem freqüentar tal instituição.

Como retratada acima, notamos que nem todas as argolas estão unidas, com base nisso, acreditamos que o Artista quis dizer que durante algum evento, como uma Copa do Mundo ou as Olimpíadas, por exemplo, nos deparamos com pessoas de várias regiões do Mundo em um só lugar. Ficamos felizes, acompanhamos os desempenhos de cada país ou apenas do nosso, porém, quando acabam, damos por encerrado. Não nos importamos se aquele país que foi o último colocado é o último colocado porque tem atletas ruins ou se é porque o governo não tem verbas suficientes para apoiar o esporte, já que está dando mais importância à fome da população ou aos conflitos internos que estão sofrendo.

Brayan e Andressa

Análise - Arthur e Vitória - Turma 81

Arte de Ron Mueck:

Nos entendemos que o artista Ron Mueck quis dizer que os seres humanos têm muita fragilidade que e mostrada de modo artístico e que o artista quis mostrar que sempre corremos o risco de dormir e acordar sem cabeça, pois muitos dormem eternamente. E também que quando muitas pessoas dormem suas cabeças voam para outro lugar como a sua própria terra da imaginação, resumindo é como se as pessoas dormissem e fossem para uma terra distante.

Arthur e Vitória.





Análise - Andrio e Fran - turma 82

Cildo Meireles


Ao observarmos essa imagem percebemos que ela mostra uma ampulheta, fazendo que caísse dinheiro de sacos da parte de cima da obra, até a parte de baixo.

Em nossa opinião a obra representa que tempo é dinheiro, e que as pessoas estão vivendo e se importando apenas com o dinheiro, no caso, as pessoas vivem para enriquecer e não se dão conta de que o dinheiro não cai do céu, e mesmo assim as pessoas só pensam em gastar, não dando valor ao seu dinheiro.


Francielle Machado Silveira 09

Andrio Maia Lentz 05

Análise - Cáren e Aline - Turma 82


Essa imagem se identifica com nossas características, nossas sombras, mostrando a evolução dos humanos desde que nascemos, crescemos, trabalhamos, e chegamos a velhice, e dizendo que nós não somos iguais, que somos pessoas diferentes, pois dizendo que o mundo não é só alegria e colorido e sim com muitos problemas.

A lógica desse trabalho é tentar entender o que significa essa imagem o que ela tenta mostrar através das pessoas “caminhando” e crianças e adolescentes. O que nos leva a pensar que um dia seremos pessoas melhores,e mais felizes,tentando evoluir.A arte nessa figura mostra as personalidades das pessoas através da pintura e que elas não são iguais. O fato de nos fazer pensar sobre o que isso se significa e pensar em muitas coisas se torna uma forma de movimento, ou até mesmo o movimento que mostra na imagem das pessoas e da evolução das crianças, adolescentes e adultos.

Cáren e Aline

Turma:82

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Análises - Bruna Scheffer e Marina - Turma 81

Bruna Scheffer e Marina Mello. Colégio Kennedy. Turma 81.
Matemática. Orientador Anderson Santos – Projeto Movimente-se

Tão clara, tão vazia. A rua das artes é um lugar difícil de caminhar. As opiniões foram recortadas, desconsideradas, amassadas quase a ponto de se ruírem . Já não existe ignorância, já não existem obstáculos, já não existem palavras, só o que ficou foi o nada.

Talvez seja por isso que a rua das artes seja um lugar difícil para quem por lá perambula, não é fácil lidar com o nada, afinal, deve ser duro encarar evidencias concretas de que o nada um dia já foi muito e que bem ao centro existiu um movimento coerente. Os andarilhos devem enlouquecer de pavor, ou de arrependimento, por terem tão drasticamente destruído as palavras. Que incrível obra.

Jorge Macchi teve que apresentar um livro onde não existem palavras para que as pessoas queiram o ler. Essa obra explica o futuro. Um vazio que machuca. Um vazio ensurdecedor.

Pelo menos foi a essa conclusão que chegamos.

Análise - Alana e Juliana Rolo - Turma 82


Vivemos em um mundo em que o fácil e o prático prevalecem.

O consumo de coisas embaladas já faz parte da vida de todos nós. Temos uma rotina movimentada, em que precisamos de facilidade e de praticidade.

Assim, querendo ou não, com o consumo destas coisas, e o relaxamento da população, acabamos poluindo aquilo que temos de mais preciso; a natureza.

Então, porque não uma árvore de plástico na beira da praia para representar o que estamos causando a natureza, e fingimos não enxergar?

Fazer as pessoas pensarem no que cada um de nós está fazendo, mexer com o seu psicológico, com os seus sentimentos; isso também é movimento.

Alana e Juliana

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Análises - Júlia e Matheus - Turma 82

Match - Jorge Macchi




  • O que o artista quer dizer?


Que o Mundo é assim, os vivos por cima, e os mortos logo abaixo vagando por qualquer lugar. Outro aspecto importante é na representação de simetria do palito “vivo” para o “morto” demonstrando uma margem muito pequena entre a vida e a morte.




  • O objeto final da arte é o que está exposto?


Em nossa opinião não, pois um palito não usado, sendo refletido por um já queimado pode representar muita coisa, tanto é que, para descobrir o objetivo do Autor, restringimos os palitos para um assunto mais espiritual, pela vida e pela morte.




  • Relacionar entre lógica, pensamento, arte e movimento.


Em nosso pensamento, todos os assuntos possuem um grau de semelhança muito grande, onde todos automaticamente precisam de uma compreensão para saber o que está realmente sendo representado, todos precisam de um grande movimento mental, para chegar em algum resultado, como uma equação de álgebra, um quadro de pintura, um texto, etc...





Matheus e Júlia - turma 82

Andressa e Julianna - Turma 82 - Análises


Na nossa opinião esta obra representa muito bem os dias atuais, onde , como exemplo, mostra a coca-cola, sendo usada para representar o mundo. O produto é conhecido em todo o mundo, é saboreado e “idolatrada” por muitas pessoas independentemente da etnia, cultura ou origem. Representa também acima de tudo a globalização, a qual esta sendo discutida diariamente, pesquisada e observada tanto por adultos quanto crianças. As pessoas hoje em dia conhecem muitas culturas, viajam para muitos países e na nossa opinião isso é verdadeiramente um movimento, que leva consigo do seu país, da sua cultura um objeto ou produto que automaticamente por outros povos.
Andressa e Julianna - Turma 81

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Análises - Tanise e Thiago - Turma 82

Laura Nehr

Pensamos sobre o assunto que a violência hoje em dia é comum em todos os lugares, que simplesmente já esta fazendo parte de nossas vidas dentro de casa.

Sobre a arma ter o mesmo desenho que a louça, é que já está dentro de nossas casas como quaisquer utensílios domésticos e que acaba fazendo parte de nossa decoração.


Tanise Trevisan e Thiago Proença

Análises - Clóvis e Gustavo - Turma 82


Nome: Clóvis e Gustavo


O Bem e o Mal

Jarbas Lopes


Que tipo de arte maluca é essa? Quem seria o sem noção que fez isso?!


Parece sem noção a primeira vista, mas tudo faz sentido.

Você deve estar pensando por que um cara louco teve a idéia aparentemente estúpida, talvez ele só queria demonstra sexo entre carros?


Mas na verdade isso é apenas o bem e o mal, yin yang, arroz e feijão, o preto e o branco, o certo e o errado etc.

O que ele quer passar para os espectadores, é o equilíbrio, do bem e o mal.

Yin Yang, esse é a melhor interpretação para essa obra, ele quer dizer, o equilíbrio entre dois seres paralelos, as coisas que se enfrentam.

O Yin sempre gera o Yang, e o Yang sempre gera o Yin.



Clóvis Júnior e Gustavo

Análises - Rossano e Helinton - Turma 82

Obra de:

Jarbas Lopes Júnior


Notamos :



  • Que se juntarmos todos os fuscas podemos montar um de cada cor.

  • Que são usadas somente cores primarias.

  • Que em ambas as partes dos fuscas não são repetidas as cores.

  • Que são usadas três cores e três fuscas.


O que o artista quis dizer?

Que com três carros iguais e três cores diferentes, misturando as cores na lataria dos carros distribuídas em uma mesma proporção podemos torná-los diferentes e ao mesmo tempo iguais.

E que também a nossa vida é cheia de cores, e cores na sociedade são raças, ele quis misturar raças em coisas iguais,que mesmo toda a sociedade tendo cores e raças diferentes somos iguais e ao mesmo tempo diferentes, ou seja entre nós temos cores diferentes, temos raças diferentes, mas sempre acharemos algo em comum.


Através dessa arte passamos a pensar logicamente, dessa lógica tiramos uma conclusão, e isso tudo se resume simplesmente em movimento.


Helinton e Rossano

Análises - Mitue e Geórgia - Turma 81


Nomes: Mitue & Geórgia.


Turma: 81


Obra de Adriana Varejão - O sonhador


  • Que sempre a dois caminhos na vida, que agente pode escolher qual seguir.


  • Que quando agente ta perdido sem souber o que fazer no meio do nada e há sempre dois caminhos a seguir ou ate mais.


O que eu vejo? Vejo branco, água, luz. Vejo sonhos, caminhos, originalidade, vejo uma reflexão minha, nossa, de todos.


O que eu entendo? Entendo fantasia, viajem, sonhos, paz, tranquilidade, entendo vazio e pensamentos.


Percebemos que a artista quis mostrar que a água são os sonhos profundos e as portas abertas talvez sejam a realidade, portas para encontrar a realidade, realidade de um grande sonhador.

Talvez ela também quisesse dizer que sempre temos dois caminhos, não importa o quão afundado estamos, o quão cheio de problemas temos sempre temos outras formas de resolver, viver, outros caminhos a percorrer, só é preciso saber, nem que seguimos a intuição, nossa intuição de necessidade.

Branco talvez a paz, encontramos paz em nossos sonhos, quando sonhamos entramos em órbita , vamos a outro mundo ao lugar só nosso, onde nós estivéssemos sozinhos, um lugar onde haja silencio um lugar que a gente sempre quis ir, um lugar para pensar na nossa vida, para fugir um pouco da realidade e se sentir livre.


Lógica... Relação entre pensamentos, conhecimentos e experiências.


Pensamentos da vida, únicos e inexplicáveis. Conhecimentos de tudo que sei que sabemos que aprendi.


Arte, depois de ser uma reflexão é um momento de pensar, uma arte . Uma arte baseada na ilusão e ao mesmo tempo realidade e coisas que passamos em nossos dias.


Movimento, me faz pensar, refletir , me descabelar. Faz eu exercitar minha mente e ver o mundo com outros olhos e entender que nada é por acaso. Uma obra de arte não é apenas uma obra de arte ela revela muitas coisas , e muitas vezes nos revela.

Análises - Karine Nunes e Camila de Matos - Turma 81


GARGULA E ÁGUIA – JANINE ANTONI


COLÉGIO KENNEDY – ALUNAS: KARINE N. E CAMILA TURMA: 81



Esta obra impressionou-nos pela diferença de arte, como uma mulher com uma simples invenção conseguiu transmitir tantas mensagens. O círculo vermelho marcado na imagem é o centro de tudo, onde a artista demonstra a sua criação: uma pequena gárgula que tem como utilidade fazer com que a mulher consiga urinar em pé, assim como o homem. O fato de o lado masculino urinar em pé, significa a liberdade. A liberdade de poder fazer isto em qualquer lugar. Janine quis provar que a mulher também é capaz de obter esta liberdade assim como é capaz de chegar à força e a capacidade de um homem. Como cada parte de uma arte tem seu significado, a escolha da gárgula não poderia ser diferente. A artista quis demonstrar a reação das pessoas ao ver uma mulher fazendo algo tão diferente como o que ela representa na imagem. A gárgula foi usada como se fosse para refletir a expressão das pessoas: caras feias e assustadas.


Chegamos a todas essas conclusões, por uma série de etapas. Antes de tudo, fomos orientadas a usar lógica matemática para decifrar significados de obras de Arte. Com isso, observamos a imagem e fomos pensando no que vimos refletindo sobre os pontos destacados até entendermos o que a arte queria transmitir. Buscar mensagens e significado por trás de meras imagens e obras de arte, não é apenas “busca-las”, mas também refleti-las e exercitar o nosso ponto de vista sobre as coisas, exercitar o nosso movimento mental, entrando no grande projeto que estamos realizando.


Análises - Alissa e Carol N. - Turma 81

É porque muitas vezes nos sentimos superior a coisas que são maiores do que podemos imaginar. É a auto confiança de cada pessoa que faz dela maior em alma. O único lugar que podemos nos sentir a vontade seria em casa por este motivo ela esta como joelho, um membro central da perna, onde se localiza ‘o centro’ da casa, a sala e o centro de conforto e prazer, o quarto !


Artista: Janine Antoni


Pra toda arte, precisamos de uma lógica, de um ângulo certo para fazer com que todo o movimento utilizado, entre movimento psicológico e emocional, fique perfeito e possa transmitir um tipo de arte diferente para qualquer pessoa, que cada um tenha um olhar de arte diferente do outro, pois só quem realmente sabe o que significa foi o próprio artista.


Alissa e Caroline Nectoux

Análises - Bruna M. e Letícia S. - Turma 81


Imagem de Ann Hamilton

A imagem representa algo que é muito comum de acontecer entre nós. A máscara de água na imagem está mostrando uma “barreira” que normalmente colocamos entre nós e uma outra pessoa. Assim impedimos de nos relacionar com alguém por causa dessa barreira, e com isso estamos julgando alguém somente pela sua aparência, e deixamos de conhecê-la melhor por causa dessa barreira que fizemos sem motivo.

Não devemos julgar ninguém sem saber ao menos que ela é, essa pessoa pode ser algo muito diferente do que pensamos.

O autor quis expressar que isso normalmente acontece no nosso dia-a-dia, e que nós não paramos para percebê-la, e ele teve que fazer uma obra assim , para as pessoa pararem para poder refletir sobre seus atos.

Bruna M. e Letícia S

Análises - Felipe e Alexandre - Turma 82

Obra de: Damien Hirst


O que achamos que o artista quis dizer:


*Que muitas pessoas não se importam se um animal é usado como exposição em um vidro fechado...

*que o animal não pode sofrer em um ambiente fechado para servir de exposição para as pessoas...

*que se ele ficasse em um vidro, ele iria morrer...

*Que ele parece querer demonstrar respeito com os seres vivos...


O objeto final da arte é o que esta exposto? Nos pensamos que não pois a arte nem sempre é visual e sim de pensar e saber como é feita...


Relação: O autor usou uma lógica em que quando você vê o tubarão em um cubo com água pense se ele ira sobreviver, pois na obra de Damien Hirst ele não teria capacidade de utilizar um tubarão de verdade, isso seria incompetência... Ele usou uma arte pouco utilizada, que tem a característica dele, animais em cubos... Isso também serviria de movimento,pois pode-se ver que isso que Damien fez seria loucura se fosse de verdade... provavelmente, muitas pessoas que vissem um tubarão preso, não teriam capacidade de fazer nada a respeito...




Felipe e Alexandre - Turma 82

Análises - Caroline S, Gabriela e Karine S - Turma 81


Nessa foto, vemos uma privada, uma escada, dinheiro e dois homens. Um deles está na posição de pulo, como se fosse pular. E o outro, ao lado um homem que parece indeciso, não sabe o que realmente quer fazer.

Pelo que nós entendemos, a obra quer dizer:

1. As pessoas estão tão obcecadas por dinheiro que fazem de tudo, mas tudo mesmo, por ele. Até se colocarem dinheiro dentro de uma privada e uma escada para subir e chegar até lá, algumas pessoas de hoje são capazes de fazer isso. Tudo pelo dinheiro.

2. Também pode querer dizer que as pessoas de hoje em dia estão colocando o seu dinheiro fora sem nem ligar para o quanto ele poderia ser importante em um futuro próximo.

Eu acredito que o que o autor quis dizer foi que as pessoas estão cada vez mais obcecadas pelo dinheiro, são capazes até de pular em uma privada só para conseguirem o dinheiro. O mundo está vivendo uma fase capitalista, acredito que o que o autor quis com isso foi fazer uma critica ao mundo de hoje, ganancioso e capaz de tudo por um pouco de poder.

Eu senti que devemos rever nossos conceitos sobre se é certo mesmo gastar nosso dinheiro a toa e não lhe dar o devido valor e se devemos fazer tudo por dinheiro(até mesmo pular em uma privada). No mundo de hoje, é muito importante termos dinheiro, mas que não façamos disso nossa razão de viver. Devemos dar valor às nossas conquistas e à nós mesmos antes de praticar qualquer bobagem. Principalmente se for somente por dinheiro.


Caroline Souza, Gabriela Ambrosini e Karine Souza

Análises - Rafaela e Yago, Turma 81



Obra ‘’garoto’’ de Ron Mueck.


O autor quis representar uma escultura de um menino de rua que nunca é reparado por ninguém. Então ele criou uma escultura que chamasse a atenção de todos, para as pessoas pararem e refletirem. Quando esses garotos estão pedindo dinheiro nas ruas e sinaleiras da cidade, as pessoas não os enxergam ou tendem a fingir que eles não existem.

Relação:

Na escultura ‘’GAROTO’’ podemos notar que o autor quis representar um garoto de rua , que não tem familiares e amigos e que é julgado por todos.

O que podemos compreender da escultura é que o autor quis fazer as pessoas notarem esse menino, e perceberem que são pessoas normais também.

O artista expressou a dor dos meninos de rua, que são diariamente julgados pelas pessoas, e que ainda não contribuem para ajudá-lo.

O artista tentou passar a realidade, para que as pessoas revissem seus preconceitos quanto as pessoas menos favorecidas.


Rafaela e Yago - Turma 81

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

MOVIMENTE-SE

Blog destinado aos artigos escritos pelos alunos das turmas 81 e 82 de 2009 do colégio Kennedy.

Valorizando a vida os alunos, através de exercícios de pensamento com uso de ferramentas lógico-matemáticas, inseridos em um contexto etnomatemático, escrevem e postam sobre os muitos movimentos de suas vidas. Movimentos físicos, psicológicos, emocionais, artísticos.



Acompanhe-nos!

Professor Anderson Santos