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terça-feira, 11 de maio de 2010

Caroline Culau

Veronique Doisneau - Jerome Bel
Bienal 2009


Sonhar, acreditar, lutar e conseguir !

Levei em comparação com a minha vida que todas as bailarinas estão no palco para apenas uma única bailarina brilhar, se destacar, levar consigo os elogios. Mas e as pessoas que foram a base para ela se destacar, as bailarinas que estariam ao seu lado quando ela caísse, e a consideração sumiu. Todas gostariam de estar no lugar dela, mas não estão, lutam e se esforçam pelo seu sonho, pela sua meta, convivem em disputas diárias, são inimigas sinceras, que sempre querem uma o bem da outra, mesmo muitas vezes querendo que ela caísse, que ela deixasse de brilhar por alguns segundo.
Mas isso acontece na nossa vida todos os dias, o tempo inteiro e muitas vezes nos tornamos pessoas com a mente pesada, pessoas que sentem medo de tentar, medo de lutar para atingir seus objetivos.
Na minha vida isso acontece freqüentemente, jogo em um time de handebol que tem no mínimo vinte atletas, nas quais apenas quinze vão aos jogos e apenas sete jogam e exclusivamente uma brilha, os números diminuem mas os elogios aumentam, os elogios vão á uma única pessoa que é a que não treina, não se esforça para conquistar o seu sonho, isso é se esse é o sonho dela, e as outras jogadoras que estão lá, ralando, suando quatro horas por semana ganham os meros parabéns pelo time e ter que servir de base e ainda por cima levar esporro de alguém que não tem direito de te xingar.
E se a gente ainda conseguisse entender o por que das coisas, o por que que ainda infelizmente não chegou, de repente foi porque ainda não tive oportunidade de saber, só que queria muito que as pessoas dessem valor, um pouco mais de valor as atletas e pessoas que temos nas nossas vidas, pessoas que muitas vezes parecem não ser interessantes, mas que muitas vezes servem de base para a nossa vida sem nem ao menos serem notadas e também não cobram isso de ti, apenas te ajudam quando tu precisas do amigo (que no caso seria a atleta, bailarina) que não chegam na pior hora, dão para trás e dependendo das atitudes que tomas ainda saem do local brabos por não terem sido tão utilizados no momento.
Caroline Culau

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